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04/11/2007
ESQ.: Uma serpente marinha, ilustração do livro History of Northern Peoples, de Olaus Magnus, 1555 — DIR.: Uma serpente do mar fotografada na costa australiana.
As serpentes, marinhas ou não, estão na mitologia de muitas culturas; especialmente no Oriente, muitos povos têm uma profunda reverência por estas criaturas. O Rei dos Dragões, do Oriente, é uma poderosa besta. A serpente-rei, 500 metros de comprimento, controla o elemento água, dominando mares, oceanos, rios, lagos e todos os habitantes dos cinco reinos submarinos que existem neste planeta. Em contraste, a visão Ocidental, influenciada pelas alegorias católico-cristãs que associa a serpente como uma das formas assumidas pelo Diabo. Registros históricos, arcaicos, antigos e contemporâneos contêm numerosos relatos testemunhais da ocorrência de fantásticos encontros entre homens e misteriosas criaturas marinhas. A marinha russa possui alguns desses curiosos registros. Em 1953, segundo relato de Y. Starikov, oficial da antiga marinha soviética, aposentado, ele e a maioria de sua tripulação, viram uma serpente marinha nas vizinhanças das Ilhas Kurile do Sul. A criatura passou atrás do navio nadando a grande velocidade e, então, mergulhou, desaparecendo nas águas sem fazer barulho. Em 2001, no mar de Barent, a tripulação do barco-patrulha da marinha russa SKR-55, sob o comando do capitão A. Lezov, avistaram uma dessas serpentes. Nos mares do norte, as serpentes aparecem sozinhas e apresentam uma coloração marrom fosca enquanto ao sul, nos mares próximos à Antártida, o marrom tem uma tonalidade luminosa e os animais deslocam-se em grupos de até 30 serpentes. Em julho de 1966, os exploradores norte-americanos Bleat e Ridgeway navegavam no Atlântico, quando, uma noite, viram uma cabeça de serpente emergir da água. Logo surgiu também o longo e flexível pescoço; tinha os olhos saltados enormes, do tamanho de um prato, que cintilavam uma luz esverdeada; olhos que observavam os seres humanos enquanto nadava em paralelo ao barco dos exploradores. Súbito, arremessou o corpo contra a embarcação para, logo em seguida, mergulhar e desaparecer nas profundezas. O pescador canadense George Zegers conta que trabalhava próximo à ilha de Vancouver quando, repentinamente, sentiu calafrios nas costas; parecia que estava sendo observado. Olhando em volta, distinguiu o que parecia ser a cabeça de uma criatura situada cerca de 50 do barco. Pôde ver o pescoço, de mais ou menos dois metros de comprimento e 30 centímetros de diâmetro. Esta serpente tinha olhos negros mas igualmente saltados e enormes: 40 cm de diâmetro, segundo o pescador.
Estudiosos Bernard Eiwelmans, um conhecido zoólogo do Royal Institute of Natural Science, em Brussels, reuniu e organizou relatos similares no livro The Giant Sea Serpent. O pesquisador divide estas criaturas em nove classes principais. No começo do século XVI [16 - anos 1500], o cientista sueco Olaus Magnus publicou uma pesquisa histórica e geográfica: The Marine Charts [As Cartas Marinhas]. Neste trabalho, entre outros temas, ele comenta o perigo dos monstros marinhos que emergem das profundezas dos mares para atacar os marinheiros. Magnus escreve que estes monstros abordam, particularmente, pequenas embarcações. Há relatos de naves abandonadas que foram resgatadas, com a refeição fria e petrificada nas mesas, sem sinal de tripulação nem explicação para o abandono.
Cetáceos & Tubarões Suicidas Mais recentemente, nos últimos 10 anos, multiplicaram-se os relatos de baleias, golfinhos e tubarões que, aparentemente, lançaram-se às praias de diferentes partes do mundo decretando a morte para si mesmos. Ocorrências foram registradas na costa sul e norte das Américas, África do Sul, Austrália [Tasmânia] e Japão. Esse comportamento anômalo foi testemunhado algumas vezes: os animais chegam às praias nadando velozmente como se estivessem a fugir de um inimigo do qual não podem se livrar no meio aquático. É um fenômeno que tem intrigado os cientistas.
Serpente-Leão Estudos pouco ortodoxos, contando com o auxílio de videntes, indicam que uma poderosa fonte de energia é a causa da fuga suicida dos cetáceos. Esta energia estranha é proveniente ou, é produzida, por um animal que se parece com um leão marinho; os videntes o chamam de leão oceânico. Ainda segundo os paranormais, o cérebro deste animal desconhecido é muito avançado, capaz de uma atividade hipnótica que age sobre os mamíferos do mar pela emissão de ondas de alta freqüência, que induzem o pânico nos cardumes e a conduta suicida. Esses leões oceânicos vivem em cavernas, no fundo do mar. estas cavernas são interconectadas por uma rede de túneis submarinos que conduzem às regiões costeiras de continentes e ilhas em todo o mundo.
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FONTE:
Whales and dolphins commit mass beaching suicides because of mysterious sea monsters
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